Quem sou


Meu nome é Rita Pinto. Sou uma buscadora na forma de como integrar mais vida e consciência à minha vida e essa busca tem regido a minha maneira de estar no mundo. Cruzar com a comunicação intuitiva foi um passo fundamental na minha jornada, já que aprofundou de uma maneira insuspeitada o meu processo pessoal, ampliando imensamente a percepção de quem sou e qual o lugar que ocupo na infinita rede da Vida. Em suma, um salto de consciência.
Tudo começou quando as minhas primeiras gatinhas, a Sita e a Devi, chegaram em 2014 à minha vida. Logo depois, no início de 2015, veio a Shanti. A elas devo tanto!!! Em sinal de respeito profundo, gratidão, e porque acredito que tudo o que se recebe em Amor deve ser partilhado em Amor, nasce a entreSeres.
Bem-vinda, bem-vindo à maravilhosa rede da Vida!
Quando comecei a enveredar pelo caminho da comunicação intuitiva, buscando literatura e informação através da internet, encontrei um denominador comum na grande maioria dos relatos dos comunicadores com relação ao seu percurso. Esse denominador comum reportava, entre outras coisas, que haviam convivido com animais desde tenra idade assim como haviam tido toda a sorte de experiências intuitivas. Uma espécie de bússola indicava-lhes claramente um destino, um destino escrito de forma inequívoca.
Isso fez-me sentir não só em “desvantagem”, mas como que talvez este não fosse um caminho para mim. De facto, não sou especialmente intuitiva, não tive animais toda a minha vida, não tenho contato com eles diariamente e nem histórias incríveis de resgates ou contatos imediatos para contar.
Nessa época, encontrei um conforto imenso nas palavras de Penney Peirce, no seu livro “Caminho da Intuição”.
“Um grande número de mitos envolve a intuição. Um deles diz que tens de ter nascido com o “dom”. Sou uma prova viva de que tu não tens de ter nascido especial ou mediúnico para te transformar num intuitivo competente: minha intuição desabrochou mais tarde. Não tive absolutamente nenhuma experiência intuitiva surpreendente quando criança, nunca vi anjos, não tive amigos imaginários, não bati a cabeça e comecei a ter visões, não tive nenhuma experiência de quase morte. Meu destino nunca se revelou de uma forma dramaticamente convincente. Parte de mim gostaria que eu tivesse histórias fantásticas e emocionantes para contar sobre a origem da minha intuição, mas não tive nada de fenomenal…um desenvolvimento bem normal. Aprendi sozinha que o processo intuitivo é uma capacidade humana comum e não o reino de uns poucos eleitos.
Se eu consegui aprender a ser intuitiva, tu também podes”.
Suspirei de alívio!!! Identifiquei-me enormemente com estas palavras e senti-me encorajada a acreditar que é possível, que é realizável e que também eu podia chegar lá. Não era, afinal, um dom reservado somente a alguns. Pude respirar!!
Sou tão somente uma pessoa comprometida, da melhor maneira que posso neste momento, com o processo de profunda busca e entendimento de quem sou na realidade e que estou a fazer neste lindo planeta ao que chamamos Terra.
Nesta busca, as minhas gatinhas, Sita, Devi e Shanti, cruzaram meu caminho e mudaram a minha vida. Encontrei através delas a comunicação intuitiva ou, talvez, tenha sido encontrada por ela. Não sei. Sei que é um caminho que amo e que me dispus a percorrer, despojada de recursos especiais intuitivos ou experiências incríveis com seres não humanos, sejam eles visíveis ou invisíveis.
Caminho com os recursos que tenho e também com as dificuldades. Mas caminho e vou em frente. É neste contexto que encontrei e continuo a encontrar as palavras de Penney Peirce tão reconfortantes, servindo sempre como um bálsamo quando as dúvidas, inseguranças e medos
batem à porta.
No entanto, talvez o mais significativo é que o caminho intuitivo é na realidade um caminho espiritual. E é nesse caminho que quero andar. Parafraseando António Machado, é nesse caminho sem caminho, porque o caminho se faz andando, com meu próprio pé e meu próprio passo. Um caminho e um amor para sempre. E, por isso, caminho sem fim.
Rita Pinto
História do logotipo

A afinidade que sinto com a antiga cultura celta, fez com que tivesse todo o sentido que seu símbolo triskle fosse escolhido para inspirar o meu logotipo. Na realidade, parece ser que este símbolo foi usado desde o Período Neolítico, 3200 AC., sendo então pré celta.
A evolução da ideia ocorreu de forma natural. Sabia o que queria transmitir: em suma, a interconectividade da Vida. Além disso, é um símbolo que habita o inconsciente colectivo da humanidade.
Este símbolo, uma espiral tripla constituída por três espirais interconectadas de forma fluida, trás uma variedade de significados. Em essência, representa as tríades da vida em movimento e equilíbrio eterno: nascimento, vida, morte; corpo, mente, alma; céu, mar, terra; a primitiva divisão do ano em primavera, verão, inverno; a tríplice Deusa, donzela, mãe, anciã; as fases da lua, crescente, cheia, minguante.
Estes são alguns exemplos de riqueza do símbolo e de como se comunicam com nosso inconsciente. Como inspiração para o logotipo da entreSeres, plasma os três reinos físicos; o mineral, o vegetal e o animal e a óbvia relação entre eles.
Além disso, ao ser um símbolo fluido, fica aberta a possibilidade da existência em espiral crescente, de todos os reinos não visíveis por nós, como seja o reino dos elementais e o reino angélico.
A intenção é de integrar esses reinos nesta página, em breve!